Matriz São João Batista


Cadastrado em: 12/09/13


Matriz de São João Batista
De 1.726 – Assú – RN

matriz-assu

 

1726 – FREGUESIA DO ASSÚ – Vigariava a Povoação o Padre Manoel de Mesquita e Silva (1726-28), quando foi criada a segunda Freguesia da Capitania do Rio Grande, uma Casa de Oração na Ribeira do Assú, tendo como Padroeiro São João Batista. Matriz São joão Batista - 1760A Freguesia de São João Batista do Assú foi a quinta freguesia do Brasil e a primeira a ter como padroeiro São João Batista – O Precursor do Messias.
1754 – 29 de novembro – A POVOAÇÃO DE SÃO JOÃO BATISTA DA RIBEIRA DO ASSÚ, passa à categoria de JULGADO DO ASSÚ. (Silveira, 1995: 129). O Senado da Câmara de Natal foi contra essa justa pretensão. A despeito, porém, de tal oposição, o Rei, neste dia, despachou favoravelmente o pedido, passando a então florescente Povoação à categoria de Julgado.
Matriz São João Batista1760 / 15 julho – Tem início à construção da Matriz de São João Batista no terreno doado por Sebastião de Souza Jorge (1712) obedecendo ao projeto em estilo romano por dentro e por fora barroco. As primeiras pedras para edificação foram transportadas nos carros de bois. (Assu – Pedro Amorim, 1929; 22).
1761/ 06 setembro – Chegaram do Apodi alguns índios que começaram a trabalhar nos serviços da Igreja, a 14 do referido mês.
1850 – 23 de Novembro – Estando a Matriz em ruínas, o Doutor Juiz Municipal, Provedor das Capelas e Resíduos Luiz Gonzaga de Brito Guerra – Barão do Assu, e o escrivão da Provedoria e Tabelião Felix Francisco da Silva, lavraram uma escritura pública de um contrato firmado por Manoel Lins Wanderley para a reforma da Matriz acrescentada dos corredores e das duas torres, bem como a Capela do Bonfim, na mesma Igreja, pela importância de quatro contos, trezentos e noventa mil réis (mão-de-obra). O contrato tinha a vigência de três anos e o pagamento seria feito parceladamente. No contrato está também especificado o feitio das escadas que dava acesso às torres. Serviu de fiador Gonçalo Lins Wanderley e de testemunhas José Correia de Araújo Furtado, José Gomes de Amorim e Pedro Soares de Araújo. (Silveira, 1995: 90).
1854 – Ignora-se a data da conclusão da construção da Matriz de São João Batista, mas, sabe-se que as obras começaram a 15 de julho de 1760. As duas torres e os corredores laterais foram construídos por Manoel Lins Wanderley, arrematante das mesmas obras, que as concluiu e entregou em 1854. Em 1863 foram concluídos os altares. (Assu – Pedro Amorim, 1929; 22).
1889 / 16 de janeiro – É inaugurado, pelo vigário Padre Estevão José Dantas, defronte a Matriz, um majestoso cruzeiro, obra do artífice Manuel de Jesus. (Graúna; 1995).
– Segundo o historiador assuense Dr. Nestor Lima, o Cruzeiro fronteiriço à Matriz de São João Batista foi feito por Manoel de Jesus. (Assu Gente Natureza e História – Celso da Silveira, 1995: 72).

Texto enviado por: Ivan Pinheiro

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